Terça-feira, Maio 29, 2007

Mudar de Rumo!


Agravamento do desemprego dá razão à Greve Geral
Contra o aumento das desigualdades e da injustiça social!

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A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) informou, que proíbe o Ministério da Finanças de fazer o tratamento autónomo dos dados pessoais dos funcionários públicos que participarem na greve geral.
Greve Geral

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Domingo, Maio 20, 2007

prémio e punição


Julgar-nos-ão nas urnas, se falharmos! – é o que se ouve dizer ao “funcionário” político “eleito” para a execução de funções governativas ( ou autárquicas).Estamos em época de avaliação do desempenho, do atingimento ou não de objectivos(?) previamente programados, nas empresas, no funcionalismo público, nas autarquias e por que não dizer, no governo de um Estado de Direito.Nas empresas já era hábito, nalguns casos a apreciação é “trabalhada” conforme as conveniências e os interesses relacionais, não excluindo as boas excepções. O Zé passou em tempos por uma multinacional que anualmente faz as suas avaliações e viveu uma situação interessante. Do funcionário ( agora chamam-lhes colaboradores talvez seja mais fino e mais exclusivo...) acima da média fizeram uma segunda avaliação ( imagine-se isto depois de papeis assinados...por ambas as partes) passando a ser considerado medíocre... ( nota 10 na escala de 0 a 20).Sim, interesses e desonestiddade foram as razões e o Zé entrou na linha descendente até ao limite da impossibilidade de convivência relacional na dita...Este episódio reflecte não uma situação pontual, pelo contrário pode ser uma regra se o indivíduo deixa de ser colaborante... e se falo neste exemplo é porque penso que o avaliador tem que ser avaliado ou devia ser, para alem de que o avaliador do desempenho deveria ser isento e bem “preparado”... simplesmente justo.E aqui surge a razão deste breve apontamento: é que um governo não deve ser só premiado ou punido nas urnas. Não cumprindo e lesando os interesses do próprio Estado ( que no fundo nos inclui a todos ), sobretudo, se não atinge os objectivos por “mau desempenho” ou por “negligência” deveria ser levado a tribunal e julgado. Desta forma, os “colaboradores” até seriam capazes de aceitar de boa fé quando são avaliados... acho uma boa ideia.
Passar pelo poder, pela decisão, provocar danos na vida do cidadão comum alterando-lhe os direitos deveria ter consequências . Um Estado Social não pode ser arbitrário. Ou não devia...
Afinal de contas, quem "mexe nas contas" até são eles...

VERGONHA NACIONAL


Desemprego atinge os 8,4%
GOVERNO FALHA NO EMPREGO
Desde o segundo trimestre de 2006 que a da taxa de desemprego tem vindo a subir consecutivamente. A tendência põe agora o índice do desemprego no valor mais alto desde 1998, ano em que o INE mudou os critérios de apuramento da taxa de desemprego. Atingiu o valor mais elevado dos últimos 20 anos…

VERGONHA NACIONAL!

Quarta-feira, Maio 09, 2007

Barbárie...



A lapidação de uma rapariga de 17 anos da seita yazidí - uma antiga minoria religiosa curda que venera o Diabo- recrudesceu a violência no norte de Iraque. Doaa Aswad Dekhil apaixonou-se por um muçulmano e converteu-se ao islão com a intenção de casar-se com ele. De volta a casa, 2.000 pessoas de seu povo, Bashika, cerca da localidade de Mosul, observaram como um grupo de oito ou nove homens, supostamente da sua família, a apedrejaram até a morte enquanto um vizinho anónimo gravou a cena com um telemóvel.
A rapariga demorou 30 minutos a morrer.
Vergonha, Ira...

Afinal que mundo é este, onde estão os Direitos da Mulher?

doc.gifVer o resto da Reportagem - Apedrejada até à morte...

doc.gifAmnistia Internacional - Declaração Pública

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Quinta-feira, Abril 12, 2007

Contra a criação do museu Salazar

Algumas notas sobre o chamado “enquadramento científico” do Museu Salazar

Uma das linhas de argumentação dos defensores do Museu Salazar, nesta luta política e ideológica que está em curso nesta matéria, é que se trataria de construir não um «santuário» ou uma casa evocativa para honrar e homenagear Salazar, mas sim um verdadeiro «centro de estudos» desse período da história de Portugal, um museu «neutro», com «enquadramento» e «caução científica», que garantisse uma abordagem de Salazar não apologética mas crítica – mostrando o que ele «fez de bom» e também «o que fez de mau».

O povo costuma dizer que «a melhor prova do pudim é comê-lo». A prova de que se trata dum projecto que os fascistas sabem que lhes pertence, objectivamente, é a mobilização dos neofascistas da «Frente Nacional» para Santa Comba para, instrumentalizando sentimentos obscurantistas, dar corpo a uma tentativa de boicote duma normalíssima «Sessão Pública» de quem legitimamente (em regime democrático) não concorda com o projecto da Câmara (incluindo naturalmente cidadãos de Santa Comba).

A prova de que a realidade se sobrepõe a bonitas «declarações de intenção», sobre aquilo que o Museu poderia ou deveria vir a ser, é aquilo em que ele já se tornou pela atitude de alguns dos seus apoiantes, pela expressão violenta, provocatória e nazi-fascista, com tentativas de agressão, saudações hitlerianas, vivas a Salazar e à ditadura fascista, gritos de «fora os comunistas» e «vão para a Rússia» que aconteceram na arruaça - sem que os Autarcas e responsáveis do PSD tirassem o sorriso dos lábios, enquanto se passeavam na contramanifestação, sem nada fazerem para contrariar insultos e ameaças, ou evitar as tentativas de agressão.

Mas se ainda restam dúvidas de que, se viesse a ser concretizado como está proposto no Vimieiro - Santa Comba Dão, o Museu Salazar seria sempre uma estrutura vocacionada para o revivalismo e para o excursionismo fascista, um «santuário» apologético do ditador e nunca poderia ser um centro de estudos sobre o fascismo, com uma perspectiva científica e uma visão histórica objectiva, fixemo-nos no seguinte:

- Uma perspectiva científica e objectiva só poderia sustentar-se, necessariamente, inapelavelmente, partindo dos valores e princípios da Lei fundamental – a Constituição da República -, que exactamente caracteriza o regime deposto pela Revolução Democrática de 25 de Abril de 1974, como um «regime fascista» de «ditadura, opressão e colonialismo» derrubado pelo «Movimento das Forças Armadas, coroando a longa resistência do povo português e interpretando os seus sentimentos profundos»;

- É óbvio que qualquer outro ângulo de abordagem – que buscasse uma qualquer indefinida «neutralidade» - seria estranho a esse escopo de valores, não seria nem objectivo, nem científico, além de estar ferido de ilegalidade à luz da Constituição e da Lei;

- Em nenhum momento a Câmara de Santa Comba Dão assumiu que o que quer construir possa ser um espaço museológico, ou um «centro de estudos», sobre o que de facto seria «objectivo» e «científico», ou seja, sobre o regime fascista, de ditadura, opressão e colonialismo e sobre os sentimentos profundos e a longa resistência do povo português à ditadura criminosa de que Salazar foi o principal responsável e o principal criminoso;

- E não o assumiu, não só porque, obviamente, não se revê nos princípios constitucionais (e cientificamente aceitáveis) a este respeito, mas porque toda a conjuntura e o quadro de valores, em que assenta o projecto, excluem radicalmente essa possibilidade;

- A conjuntura é a da família, dos objectos pessoais, da casa, das terras, da rua, da aldeia, da paisagem, da árvore, do banco, do carro, da Escola, do cemitério e da campa de Salazar. Os valores são o de «filho ilustre da terra», «o que fez de bom», «o que as pessoas querem ver». Estes são naturalmente valores de identificação claramente apologética, que excluem drasticamente qualquer abordagem objectiva do regime fascista de Salazar, naquela situação;

- Naquele espaço, conjuntura e quadro de valores, sobreleva um peso «genético» brutal do salazarismo e/ou apologético de Salazar, que exclui que qualquer intervenção, mesmo que exterior à Câmara, possa tornar o museu num instituto científico e objectivo;

- É óbvio que são indispensáveis museus sobre o fascismo, a resistência e a luta do nosso povo contra a ditadura terrorista dos monopólios, aliados ao imperialismo estrangeiro, e dos agrários, de que Salazar foi «Presidente do Conselho», mas isso nada tem a ver com o projecto do museu Salazar no Vimieiro - Santa Comba Dão, nem é possível nessa localização e circunstâncias.

A URAP prosseguirá o seu esforço de esclarecimento sobre o que está verdadeiramente em causa com o projecto do Museu Salazar, mas a extraordinária adesão à Petição confirma que muitos portugueses compreendem a ameaça à democracia e à liberdade que ele encerra.

O que os seus promotores pretendem não é um museu no sentido que todos atribuímos a estes espaços de cultura, de conhecimento e de saber. Talvez não todos, mas alguns desses promotores querem construir a “meca do fascismo”, onde possam venerar o seu principal responsável em Portugal – Salazar – e difundir a sua ideologia criminosa. É disso que se trata quando dizem querer organizar espólio documental do fascismo, mas também expor objectos pessoais do ditador, construir um parque temático ou mesmo um restaurante que disponibilize os pratos favoritos de Salazar. É disso que se trata quando querem fazer tudo isto na casa onde nasceu o ditador. É disso que se trata quando pretendem organizar um tal espaço a partir da óptica de defensores do fascismo e não a partir daqueles que lhe resistiram e restituíram a liberdade aos portugueses.

O espólio documental dos 48 anos de fascismo em Portugal pode e deve estar disponível no Arquivo Nacional, mas jamais deve ser utilizado de forma a constituir-se como instrumento de propaganda do fascismo e dos seus responsáveis. Tal possibilidade, se alguma vez se concretizasse, constituiria uma afronta à Constituição da República e a todos aqueles que combateram e combatem pela liberdade.

Apenas mais duas notas finais. A primeira para esclarecer que o quadro internacional a este respeito, ao contrário do que têm procurado fazer crer os apoiantes do museu, e apesar do ressurgimento da extrema direita na Europa, não é favorável à abertura de santuários fascistas. Em Itália, o chamado museu Mussolini é apenas uma casa da respectiva família, sem qualquer comprometimento do Estado ou do município respectivo e estão a decorrer vários processos com vista à sua interdição. Em Espanha, discute-se o encerramento do Vale dos Caídos, que aliás foi construído pelos prisioneiros Republicanos durante o Franquismo, e têm sido apeadas estátuas e símbolos do fascismo. Na Alemanha, a tentativa de reconstruir a casa de campo de Hitler na Baviera foi liminarmente recusada para não se tornar um santuário nazi.

A segunda para reafirmar que, do ponto de vista de Santa Comba Dão, ao contrário do que também dizem os apoiantes do museu, este projecto não teria qualquer impacto sensível no desenvolvimento do concelho, talvez dois ou três postos de trabalho directos e é tudo. Quanto ao resto já obriga o orçamento municipal, por decisão da Câmara, a pagar ao sobrinho de Salazar uma renda vitalícia, actualizável, de dois mil euros mensais – rico tacho – e certamente poria Santa Comba Dão no mapa do saudosismo fascista e das excursões nada pacíficas dos «Skyn heads».

Portugal não precisa do Museu Salazar e Santa Comba Dão merece melhor!

Assina a Petição - Petição contra a concretização do Museu Salazar em Santa Comba Dão

Segunda-feira, Março 26, 2007

«Apologia do Fascismo»


«Apologia do Fascismo»
Uma Vergonha
Depois de 30 anos de Democracia!
"Este programa (..) é uma má forma de dar a conhecer o nosso passado mais recente, é mesmo uma forma de não o dar a conhecer muito eficaz"

Domingo, Março 25, 2007

o legado


Rice diz que este é o momento para criar Estado palestiniano

A secretária de Estado norte- americana, Condoleezza Rice, deixou hoje o Egipto com a mensagem de que «é agora o momento» para conseguir uma solução de dois Estados no conflito entre israelitas e palestinianos.
link
vai ser pesada a herança para os democratas...

Quarta-feira, Fevereiro 14, 2007

Os Assuntos Que Queremos Referendados.

Referendo sobre a Despenalização da IVG!
O SIM Ganhou! Parabéns a todos os que participaram e se mobilizaram por uma sociedade mais digna e mais evoluída.

Os resultados do referendo acerca da despenalização da IVG (despenalização das mulheres que recorrem ao aborto) abriu novas esperanças.

Com uma participação de 43,62% dos Eleitores (Abstenção de 56,38%) o Sim teve, ainda assim, um resultado expressivo de 59,26%, contra 40,74% do não.

Em 1998, no mesmo referendo sobre a despenalização da IVG, a abstenção foi de 68,11%, ficando-se a participação dos eleitores por uns escassos 31, 89%

Segundo os números oficiais, os resultados de 1998 foram de 48,28% para o Sim e de 50,07% para o Não.
Em 1998, o Não ganhou com uma diferença de 48 624 votos. Agora, em 2007, o Sim ganhou com uma diferença de 699 491 votos.

Os defensores do Não fazem notar que o referendo não é vinculativo e pretendem usar esse argumento para distorcerem a vontade expressa nas urnas, de modo a criar condicionalismos na lei que tornem inacessível a prática da IVG no sistema nacional de saúde. Nós já sabíamos isso e sempre alertámos para esse perigo. Isto é gente que detém o controlo do poder, contra a vontade expressa pelos cidadãos e não se espera que abdiquem das suas prerrogativas absurdas e prepotentes numa questão que envolve tantos e tão obscuros interesses…

Este referendo não é vinculativo? O anterior também não era mas a lei, absurda, ilegítima e abusiva, manteve-se em vigor, violando os direitos fundamentais das pessoas, perseguidas sem o consentimento e a concordância expressa da sociedade… Já neste post publicado em Novembro de 2004 abordei essa questão

Mesmo não sendo vinculativo o resultado expressa bem a vontade, esclarecida, da população. E, não tenham ilusões os reaccionários, nem tenhamos nós dúvidas. Se este referendo não resolver o problema, se for necessário outro referendo, o problema será resolvido, porque as pessoas acabarão por perceber o que têm de fazer e fá-lo-ão.

Vejamos, com mais detalhe, a evolução dos resultados do anterior para este referendo. Este exercício é importante para percebermos um conjunto de coisas e para podermos perspectivar o futuro também em relação à resolução doutras questões.

Neste referendo votaram mais 1 150 mil eleitores do que no anterior. Os votos Sim cresceram 71%, enquanto que os votos não cresceram apenas 13%. Registe-se o facto de os brancos + nulos terem duplicado e o esforço dessas pessoas para tornar o referendo vinculativo, mesmo não querendo optar em relação à pergunta.

Não vou refazer as contas, porque não se justifica, ao contrário das eleições, onde está em jogo a credibilidade e o apoio expresso a quem é votado e, consequentemente, a sua legitimidade para decidir em assuntos que dizem respeito a TODOS. Aqui trata-se duma decisão; decide quem participa… A diferenciação ainda se justifica porque os eleitos são aldrabões, mentirosos e vigaristas (e reivindicam o direito de continuar a sê-lo mesmo contra a opinião maioritária).

Os defensores do não (e os intelectualoides misantropos que passam o tempo a se desculpar com “os outros” para disfarçarem as suas limitações e a sua influência negativa) fazem notar que o referendo não é vinculativo, devido ao valor elevado da abstenção, usando isso como arma de arremesso contra quem se queixa dos políticos e da situação, mas há muitas outras coisas que se devem “fazer notar”

1- A influência da abstenção técnica (devida à manutenção, absurda e perniciosa, de eleitores fantasma nos cadernos eleitorais) na vinculabilidade do resultado;

2 - A urgência na institucionalização do voto electrónico, seguro, não vigarizável; permitindo a todos e cada um dos eleitores votarem em qualquer parte, sem necessidade, sequer, de se deslocarem a uma mesa de voto, como forma de reduzir, substancialmente, a abstenção. (Mas com o funcionamento, também, das mesas de voto… electrónico). Até o Brasil já conseguiu, embora de forma ainda insípida e insuficiente, adoptar o voto electrónico; só neste atraso de país é que não se consegue, apesar dos choques tecnológicos, da “aposta” na inovação e apesar do “Simplex”. Na prática o que se quer e o que se impõe à sociedade e aos cidadãos é o “Complicadex”

3- A urgência na institucionalização do voto electrónico, seguro, não vigarizável, permitindo a abolição da abstenção técnica e prevenindo as vigarices eleitorais que sempre acontecem em todas as eleições, permitidas pelo “papelinho na urna” à mercê da maior ou menor honestidade e idoneidade de cada um dos elementos das mesas… e dos outros que estão a seguir.

Colocadas estas questões prévias e a necessidade de avaliar os resultados com estas condicionantes, vamos às questões que considero realmente (e transcendentemente) importantes, quanto à leitura dos resultados do referendo.

A questão do aborto é uma questão particular, delicada, acerca da qual se tem gerado muita confusão e dito muitos absurdos em forma de campanha nazi. Nestas questões, os que não estão directamente envolvidos tendem a alhear-se porque ainda existe uma grande quantidade de pessoas manipuláveis pela PROPAGANDA e pela demagogia. Até alguns dos que estão directamente envolvidos se alheiam porqque acham que os seus casos são especiais (só eles é que devem decidir e decidem sempre bem...), mas quando se trata "dos outros" há que ter cuidado porque, se não, é uma desgraça... Por isso a questão é pouco mobilizável…
Idem para o referendo sobre a regionalização. Este nem a mim mobiliza porque não creio que a resolução dos nossos problemas passe por aí…

Os Referendos Que Nós Queremos!

Ao invés de fazerem referendos sobre questões controversas, pouco mobilizadoras e particulares, os nossos políticos deviam referendar as questões importantes, que permitem resolver os nossos problemas colectivos, aqueles que dizem respeito a todos.

Esses problemas (esses assuntos a referendar) são:

a) A alteração deste sistema eleitoral vigarista e a valoração da abstenção (para que os cidadãos possam responsabilizar e punir os políticos pelos seus actos perversos e pela sua cumplicidade para com a perversidade doutras instituições, com especial destaque para a Justiça)

b) Redução do número máximo de deputados para 150 (correspondentes a 100% dos votos), para acabar com aquela chulice vergonhosa dum parlamento inútil mas que absorve 10% da despesa corrente do Estado.

c) Acabar com os vencimentos escandalosos, com as acumulações de reformas com vencimentos, de reformas com reformas. Estabelecer limites superiores para reformas e vencimentos indexados aos valores mínimos e médios.
P. Ex: valor máximo de reforma ou pensões (ou de acumulações de reformas ou de pensões) nunca superior a dez vezes a pensão mínima ou 5 vezes as pensões e reformas médias. Idem para os vencimentos. Princípios de aplicação universal, sem excepções de qualquer natureza, porque em situações criminosas como a actual não se aplicam os princípios dos “direitos adquiridos”; chulice e roubo não são “direitos” mas crimes. Faço notar que as regras que aqui proponho em conjugação com o ponto 2, permitem economizar mais de 20% da despesa pública corrente

d) Eliminação dos prazos de prescrição judiciais para crimes graves. As prescrições só devem manter-se para pequenos crimes e desde que não haja danos de terceiros ou estes tenham sido reparados. Os direitos do estado nunca prescrevem. Aumento, considerável, das penas de prisão para crimes graves. Estabelecimento do princípio da equidade em matéria de sentenças; isto é: dois crimes iguais não podem ter sentenças muito diferentes, nem os crimes mais graves podem ter sentenças inferiores às dos crimes menores.

e) Estabelecimento do princípio da responsabilização individual dos profissionais públicos e da justiça e da sua punição, devendo as indemnizações pagas pelo Estado às pessoas injustiçadas ser suportadas pelos respectivos decisores e intervenientes, que devem ser punidos criminalmente, afastados das suas funções e perder as regalias sociais adquiridas no exercício dessas funções.

Tudo o que se diz aqui é ÓBVIO mas, nas mãos dos nossos políticos, legisladores e decisores, nada é o que deve ser, bem ao contrário: tudo se subverte e perverte deixando-nos reféns da perfídia da aplicação das regras de forma cega, tendenciosa e premeditadamente perversa.

Visto que os políticos não sabem resolver os nossos problemas colectivos (ou sabem e não querem) deixem-nos ser nós a decidir, para podermos correr com eles e permitir que os cargos sejam ocupados por quem sabe e quer resolver os problemas, porque há quem saiba e queira e porque TODOS os problemas têm solução.

Asseguro-vos que, mais facilmente e mais depressa do que no caso do referendo do Aborto, as pessoas irão compreender estas questões e perceber o que tem de ser feito para acabar com esta bandalheira em que vivemos... e fazê-lo.

Peço a todos que reenviem esta mensagem.

Domingo, Janeiro 21, 2007

Sim, Sempre Sim!

Esta, É a razão pela qual Voto Sim!

Sábado, Janeiro 13, 2007

O Referendo Sobre o Aborto!
















À Pergunta:

“Concorda com a despenalização da interrupção voluntária da gravidez, se realizada, por opção da mulher, nas primeiras dez semanas, em estabelecimento de saúde legalmente autorizado?”


EU RESPONDO: SIM!

Porque acho que todas as pessoas devem ser respeitadas, de forma digna.

A penalização do aborto só serve para humilhar e aviltar (desrespeitar) as pessoas.

Sábado, Novembro 25, 2006

Zona Franca

Zona Franca

Quinta-feira, Novembro 23, 2006

NEGÓCIO (VERDE) ESCURO
É um “mundo cão” este nosso futebol.
Quem está por fora tem uma grande dificuldade em entender as “negociatas” esconsas de que se vai ouvindo falar.
Eu, pobre de mim, só sei fazer algumas perguntas. E gostava muito de obter as respostas.

Como é que José Veiga, a quem há poucos dias penhoraram até os “tarecos” de casa, tira da cartola 500 mil euros para dar como caução?
Será fácil a qualquer empresa cotada na Bolsa, depositar uma avultada verba no exterior, que de um momento para o outro desaparece?
Porque é que os dirigentes do Sporting da época se ufanaram por contratar um grande jogador a “custo zero”?
Se os 3,3 milhões de euros foram mesmo um “Prémio de Contrato”, não era lógicos serem pagos ao João Pinto?
Porquê serem depositados em Inglaterra, se o jogador nunca lá residiu?
Porque é que João Pinto, tão zeloso ao ponto de há uns anos penhorar o autocarro do Benfica, nunca reclamou esta dívida?
E um “saco azul” de 3,3 milhões, não dá muito jeito para “contractos paralelos”, férias no Brasil e “fruta” para árbitros?

Eu há uns anos, numa eleição para a Associação de Futebol de Lisboa, ouvi alguém passar um tristíssimo Atestado de Idoneidade a um dirigente do Sporting, afirmando:
-É muito sério. Até é casado com a filha de um dos homens mais ricos do Algarve.

Crónicas do Planalto

http://cronicasdoplanalto2.blogspot.com/

Quarta-feira, Novembro 22, 2006

You have the right to remain silent (IV)

Ver também os textos já publicados:
- You have the right to remain silent
- You have the right to remain silent (II)
- You have the right to remain silent (III)
E ainda “Investigadores Criminosos”…

De entre os processos referidos AQUI, no Proc. nº 5833/06.1TDLSB os “denunciantes” são: António José Dias André e Rosa Maria Mota Teixeira Mendes, mais vulgarmente conhecidos por “Dias André” e “Rosa Mota”, que são ou foram inspectores da P.J. Mas, como nos restantes processos, apesar do conteúdo ridículo (e falso) de alguns, quem acusa é o M.P. (gente que não tem mais nada para fazer, certamente).

A acusação do M.P. “fundamenta-se” no conteúdo deste documento, embora o substancial desse fundamento seja texto publicado no blog “Muito Mentiroso” (até porque foi esse texto que fundamentou aquela denúncia).

Por seu lado, os denunciantes, no seu “Pedido de indemnização Civil”, vão mais longe.
- Começam por afirmar: “no exercício da sua actividade foram incumbidos de proceder a variadas diligências de recolha de prova, e de elementos investigatórios, no âmbito do inquérito nº 1718/02.9JDLSB (vulgo: Processo Casa Pia)”… Pois! O que a gente queria mesmo saber era QUEM ordenou essas diligências, QUEM as controlou e coordenou; COMO (qual o documento inicial) que deu origem àquela monstruosidade. Será que agora, ao menos em defesa da sua “honra ofendida”, estes senhores nos irão esclarecer?
- Depois de referir (de forma que nos soa lisonjeira, aliás, mas excessiva) estre blog, SOCIOCRACIA, e o Muimentiroso, este libelo acusatório prossegue, numa sanha persecutória sem limites, idêntica à que foi usada no Processo Casa Pia, incluindo nessa acusação duas notícias do jornal 24 horas, nestes termos: “As denúncias dos blogs incentivaram a imprensa “vulnerável” a redigir artigos difamatórios” e exemplifica com os artigos do 24 horas, apesar de nada ter que ver uma coisa com a outra. Percebem, não é? A mesma estratégia usada e abusada no processo Casa Pia… É para que não nos restem dúvidas…
- Mais! Aqueles desgraçadinhos (tadinhos, tadinhos) daqueles funcionários da P.J. ainda foram objecto doutras notícias no jornal 24 horas; foram visados no livro do Sr. Carlos Cruz, publicado em 2004; foram alvo de nova investida no site ???? (que não se consegue ler, não se sabe bem porquê)… e, finalmente, há referências implícitas a págs. 122 do livro “Nuvem de Chumbo”, e também no Correio da manhã….

Vocês desculpem-me a franqueza, mas esta gente, que tanto persegue os outros, afinal sofre de “mania de perseguição”… e o esforço que não é necessário (imposto pelo peso da consciência, única explicação para mais esta sanha persecutória) para andar sempre a “olhar por cima do ombro” e descobrir, em cada linha de jornal, texto da NET, ou livro que se publique alguma “referência explicita ou implícita”?

Agora o que não é possível deixar de notar é o “poder” imenso que um simples e anónimo cidadão pode ter para “influenciar” tudo isto. É obra.
E os Srs. Jornalistas que assim se deixam manipular e influenciar? Apetece repetir: tadinhos tadinhos.
E os autores dos livros? Idem! Para além de ficarem a dever “direitos de autor” a quem é claramente identificado neste processo como origem desses escritos, não?

Há uma coisa que me espantaria, se isso fosse possível neste País sequestrado pelo pior tipo de gente: neste documento (vergonhoso) faz-se referência ao processo nº 515/03.9JDLSB, relacionado com notícias publicadas em jornais, que passou a fase de instrução (sic), à data deste documento que não se sabe qual é. Ora, esta processo é de 2003 “passou a fase de instrução”, agora. Mas o processo de que estamos a falar, o nº 5833/06.1TDLSB é de Janeiro de 2006 e já tem julgamento marcado para 24 de Setembro de 2007…
Haverá melhor forma de demonstrar o fundamento da denúncia enviada à procuradoria e dos outros textos referidos aqui do que esta sanha covardemente persecutória para com quem pareça mais vulnerável?
Mais uma vez, tal como no processo Casa Pia, não interessa a verdade dos factos. O que interessa, a este tipo de gente, é exercitarem a sua perfídia cega, mesmo que, com isso, apenas venham confirmar TODO o conteúdo das denúncias de que foram alvo. É mais um exemplo da justiça portuguesa, no seu melhor.

Agora atentem nisto que se segue:

“- Provocou aos lesados (Dias André e Rosa Mota) grandes danos de imagem e atingiu a sua credibilidade no Processso (Casa Pia).
- os lesados carecerão de ter uma personalidade forte, para aguentar invectivas e desnobrezas, para poder testemunhar em sede de Julgamento.
- Sendo que, quando o fizeram (no Processo Casa Pia) tiveram muito mais dificuldade em impor a verdade dos factos, bem como mais dificuldade em beneficiar duma imagem limpa e bom nome…”
Ou seja: também estes prosseguem a sua saga conspirativa, ao mesmo tempo que vêm confirmar a autoria de todos os crimes que lhes são atribuídos, usando este documento deste processo para imporem, como verdade absoluta e que se quer incontestada, as mentiras e infâmias que disseram “em sede de julgamento”, no Processo Casa Pia.

Tudo isto é coerente com a falta de carácter e de idoneidade desta gente e só vem confirmar as denúncias anteriores, como também é coerente com “a crise da justiça” que continua a cavar a sua ruína (e a nossa por arrastamento), enquanto nos entretém com encenações ridículas, “escândalos” frequentes, actos de “Show off”, de que é exemplo a recente “investida” na Banca, usada pelo Sr. Procurador Geral para “pedir” mais meios (ou seja: mais poder sem controlo) para uma instituição que, no contacto com os cidadãos, nas questões do dia a dia, actua de forma perversa e perde tempo em perseguições e processos como os que aqui se referem, cujo único objectivo é retaliar quem denuncie e proteger os abusos e crimes praticados de dentro da instituição.

Maldito seja o governo se entregar mais meios a gente que os usa para nos vilipendiar

Nota: É para acabar com toda esta infâmia que eu defendo A VALORAÇÃO DA ABSTENÇÃO… Para acabar com a cumplicidade dos políticos e deputados nesta pouca vergonha porque, sem essa cumplicidade, isto não poderia acontecer.

Terça-feira, Novembro 21, 2006

bastaram aqueles 50 anos...


Corte de 700 mil euros pode obrigar a reformular projectos

O director artístico do Teatro Nacional de São Carlos garantiu, esta terça-feira, à TSF, que nenhuma produção será cancelada em 2007 apesar do corte de verbas. No entanto, avisa que com menos 700 mil euros, vai ser preciso redefinir a programação.Em declarações à TSF, Paolo Pinamonti recorda que a ópera não é um espectáculo barato e o São Carlos precisa de ter condições mínimas para trabalhar. link

Quando o Ballet Gulbenkian foi extinto levantou-se um coro de protestos, houve abaixo-assinados, até houve indignação. Mas, a Fundação Gulbenkian gere-se a ela própria e decide como aplica ou apoia a cultura ou outros interesses sociais e humanos. Muito tem feito substituindo em muitas situações o papel do Estado...se a crise tem muito adubo, se floresceu na amargura da má gerência (e não se culpe constantemente apenas a conjuntura económica nacional e internacional que servem para justificar quase todos os insucessos e obstáculos) escortanhar outra vez onde dói mais traz sempre maior atraso e ignorância. Não somos obviamente um povo dedicado com afinco à cultura, mas limitando-a e evitando-a ou tornando-a cada vez mais distante teremos este povo ainda mais vazio dos valores e da lucidez que o saber e o bom gosto são capazes de transformar e de elevar o espírito.. O consumismo é a maior arte contemporânea e não se vislumbra de uma vez a oportunidade de não cortar na arte, na cultura de um modo geral.Talvez o OGE 2007 seja raquítico mercê das dificuldades e da necessidade de remendar as asneiras do passado, mas lembremo-nos de que limitar o acesso ao saber é tão forte como cortar a ração que o corpo engole... ficam ambos com fome.

Domingo, Novembro 19, 2006

sem vergonha


Blair admite que invasão do Iraque foi «um desastre»
Numa entrevista ao novo canal Al-Jazeera em inglês, o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, reconheceu que a invasão do Iraque por tropas inglesas e norte-americanas «foi desastrosa». link

Não é só em assuntos políticos domésticos que grassa a irresponsabilidade e a impunidade. Ele, Blair, é o próprio a afirmar que foi um desastre, com a agravante de ser uma "catástrofe humana" apoiada na mentira... e é espantoso tambem como uma notícia destas não tem outras consequências .